Agharta – a MansUcirc;ão dos Deuses, Reino Encantado, Éden, Paraíso Terreal, perfila-se garante de que os deuses nUcirc;ão morreram, antes se ocultaram da ignomia humana, ou a ignomia humana se ocultou deles. O que acorfa na memória as palavras solenes de Helena Petrovna Blavatsky em As origens do Ritual na Igreja e na MaUcirc;çonaria: O reino das trevas e da ignorUcirc;ância desaparece rapidamente, mas há regiUcirc;ões ainda inexploradas pelos sábios e que sUcirc;ão tUcirc;ão negras como a noite do Egipto. Os clérigos benévolos que, sob a menor das provocaUcirc;çUcirc;ões, estUcirc;ão sempre prontos a nos mandar ao Tártaro e às regiUcirc;ões infernais, nUcirc;ão suspeitam o bom voto formulado a nosso respeito, e qual o carácter de santidade que deveremos adquirir para poder entrar num local tUcirc;ão sagrado. Inferno, Inferius, Inferior ou Lugar SubterrUcirc;âneo nUcirc;ão é vizinho nem parcimónio daquele decantado repleto de ameaUcirc;ças e condenaUcirc;çUcirc;ões teológicas vergando a Humanidade invés de a erguer. Pelo contrário, é o derradeiro bojo das últimas esperanUcirc;ças humanas. Sobre o que seja e em que medida interfere nos destinos humanos, acaso desde sempre, é a finalidade deste livro Deuses de Agharta, com o singular de se arredar das especulaUcirc;çUcirc;ões e pressupostos de que a praUcirc;ça pública é repleta e se apresentar com doutrina própria, onde a Teosofia ou Gupta-Vidya ocupa lugar de destaque, assim mesmo igualmente os seus maiores divulgadores: Helena P. Blavatsky, Mário Roso de Luna e sobretudo Henrique José de Souza, dos trUcirc;ªs o maior e mais profundo nas minúcias do tema, ao mesmo dedicando páginas de sabedoria de que alguns milhares ainda permanecem inéditas mas que este livro se preocupou em apresentar vários desses mesmos inéditos, parcelas preciosas da Sabedoria dos Deuses da Agharta, pomo desta obra cuja lavra concluída há muito se esperava.
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